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Acadêmicos de Medicina da Fatec Ivaiporã conhecem funcionamento do IML

Acadêmicos conheceram as áreas de Clínica Médico-Legal, Tanatologia Forense e perícia em locais de crime

Acadêmicos do curso de Medicina da Fatec Ivaiporã, que integram a Liga de Patologia, conheceram o trabalho da Polícia Científica, na tarde deesta quarta-feira, dia 30 de setembro, durante visita técnica ao Instituto Médico-Legal (IML) do município.

O grupo foi recebido pelo chefe da Unidade de Execução Técnica Científica, Gustavo Ramos Lima, e pela assessora das chefias, Keila da Silva Back. Os acadêmicos receberam informações sobre a Clínica Médico-Legal, responsável por exames em pessoas vivas, e a Tanatologia Forense, que compreende os exames em cadáveres. A programação não incluiu acompanhamento de procedimentos com corpos. (fotos abaixo)

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Segundo Keila Back, a maior parte da demanda atende pessoas vivas. “Entre os serviços estão exames de lesão corporal em vítimas de agressões e acidentes, atendimento e coleta de vestígios em casos de violência sexual e avaliação de alterações da capacidade psicomotora relacionadas ao consumo de álcool ou substâncias psicoativas”, explicou.

Procedimentos

Na Tanatologia Forense, as necropsias investigam a causa e o mecanismo da morte em ocorrências violentas ou suspeitas. “A identificação humana pode envolver análise de impressões digitais, estruturas ósseas e características odontológicas, conforme as condições do corpo”, informou Keila Back.

A apresentação também abordou as perícias em locais de crime – incluindo ocorrências contra a pessoa e o patrimônio, acidentes de trânsito, incêndios e explosões. Esse trabalho envolve a análise da cena e a coleta de vestígios, como marcas de ferramentas, impressões digitais e materiais biológicos.

Keila Back também informou que as orientações para visitas técnicas incluem preservar o sigilo dos casos, respeitar a intimidade das pessoas atendidas e a dignidade dos mortos e dos familiares. “A conduta exige discrição, cumprimento dos limites de circulação e uso dos equipamentos de proteção indicados pela equipe. Informações sobre vítimas, suspeitos e exames não podem ser compartilhadas com terceiros”, explicou.

Para o coordenador de Medicina, Bruno Maschio Neto, o contato com o serviço oferece elementos para relacionar conteúdos de Anatomia, Patologia, Medicina Legal e Ética à atuação médico-legal. “A proposta é ajudar os acadêmicos a compreender temas como investigação da morte, análise de lesões e identificação humana”, contou.

Com informações Assessoria de Imprensa
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