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Polícia conclui laudo sobre morte de primas desaparecidas no Paraná

As primas Letycia Garcia Mendes e Sttela Dalva Melegari Almeida desapareceram em abril e foram encontradas mortas em agosto
Letycia e Sttela vítimas de duplo homicídio / Foto: Redes Sociais

Exames periciais confirmaram a morte violenta de Letycia Garcia Mendes e Sttela Dalva Melegari Almeida, de 18 anos; suspeito apontado pela polícia morreu em agosto

A investigação sobre a morte de duas jovens desaparecidas no Paraná teve uma nova etapa nesta segunda-feira (19), com a conclusão do laudo da Polícia Civil. Letycia Garcia Mendes e Sttela Dalva Melegari Almeida foram mortas em abril, depois de saírem de uma casa noturna em Paranavaí, no noroeste do estado.

As duas primas tinham 18 anos e ficaram desaparecidas por cerca de quatro meses. Conforme a apuração policial, Clayton Antonio da Silva Cruz, de 39 anos, foi o responsável pelos assassinatos.

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De acordo com os investigadores, Clayton conhecia Letycia de festas e se apresentava pelo apelido de “Davi”. Na noite anterior ao crime, ele saiu de Cianorte com as duas jovens, após convidá-las para um evento em Porto Rico.

A investigação indica que os assassinatos ocorreram dentro de uma caminhonete. Sttela foi atingida por três tiros. Letycia tentou deixar o veículo, mas acabou baleada na cabeça.

O veículo não foi encontrado até a conclusão das apurações.

Corpos foram localizados em agosto

O paradeiro das jovens foi esclarecido em 21 de agosto. Naquele dia, um homem conhecido como “Magrão” informou à polícia onde estavam os restos mortais, encontrados em uma área rural perto de Paraíso do Norte.

O suspeito foi preso e indiciado por ocultação de cadáver. A polícia descartou o envolvimento dele na execução das vítimas.

Também em 21 de agosto, Clayton morreu durante um confronto com policiais em Mandaguari. Por isso, não chegou a responder a julgamento pelo duplo homicídio.

A identificação de Letycia e Sttela ocorreu no fim de agosto, por meio de exames da arcada dentária. A perícia também confirmou sinais de morte violenta.

Depois da conclusão dos procedimentos, a Polícia Científica liberou as ossadas em 1º de outubro. O sepultamento ocorreu mais de cinco meses após o desaparecimento das jovens.

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